Vought A-7K Hobbyboss 1/72

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Sobre o Vought A-7 Corsair II

Quando a US Navy lançou o programa VAX/VAL, a Vought em parceria com a Ling e a Temco adaptaram o desenho de um F-8 Crusader para a tarefa de ataque ao solo pondo uma turbina TF-30 sem pós-combustor, alargando a fuselagem, encurtando-a e dando maior superfície alar. Pronto em tempo recorde e dono de grandes qualidades, o LTV A-7 foi aprovado para produção e logo equipava diversas unidades da USN e USMC.

Dotado de uma aviônica inédita, cada A-7 Corsair II podia pousar num porta-aviões sem interferência do piloto, lançar as cargas de uma distância muito maior do alvo e mesmo navegar por instrumentos através de waypoints pré-carregados. Além disso, havia um sistema que sobrepunha dados táticos a um mapa de navegação. Seguidos aos A-7A, vieram as versões mais potentes A-7B/C. Todas essas versões podiam carregar uma enorma quantidade de armas.

USAF foi a próxima operadora do Corsair II quando o exército requereu que houvesse aviões de suporte às tropas com desempenho melhor que os Douglas Skyraiders. Pensando nisso, a LTV desenvolveu a versão A-7D que era ainda mais potente(com a supressão do TF-30 em favor do TF41-A-1). Voando mais de 12 mil missões os A-7 da USAF tiveram apenas 6 perdas e só não lançaram mais explosivos que os B-52!

Como reconhecimento da melhoria do desempenho em combate, os Corsair da Navy foram reequipados com os TF41 e passaram a ser denominados de A-7E. Mesmo os enormes incrementos na potência dos motores não mudaram o fato de o avião ser extremamente econômico em vista dos F-4, F-105 e F-100. Seguidamente, o A-7 teve versões H(Grécia), P(Portugal), L(de guerra eletrônica para a USN) e o A-7K(versão de treino para a Guarda Aérea Nacional dos EUA - ANG). 

Sobre o item HY87212

  • Duas versões representáveis.