Osório Trumpeter 1/35

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Osório Trumpeter 1/35
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Sobre o Engessa EE-T1/2

Embora possa parecer estranho, o Brasil já esteve na vanguarda da construção de MBTs modernos(e tem tudo para voltar a essa posição quando quiser): na década de '80, já éramos um dos maiores exportadores de material de defesa do mundo, com APCs Urutu, IFVs Cascavel, treinadores Tucano e MLRS Astros e a Engesa estava encarregada de projetar um tanque para o EB quando apareceu a chance de participar de uma concorrência bem maior e mais rentável: os árabes procuravam um novo MBT e o Brasil resolveu peitar a URSS e os EUA que estavam oferecendo seus produtos mais hi-tech da época: T80 e M1A1/A2 respectivamente.

Era uma jogada de risco, mas que valia à pena: a Engesa firmou uma intenção de compra em que sse escolhida, produziria veículos para a Arábia e faria os Sauditas arcarem com o custo dos MBTs que seriam mandados para o EB! Trabalhando arduamente, foram produzidos 3 protótipos para os testes sauditas. A versão enviada era o EE-T2 com arma de 120mm, telêmetro laser, sistema de controle de disparo automatizado, blindagem composta, baixo perfil, motor diesel silencioso, peso reduzido e alta mobilidade. Para a incredulidade dos concorrentes, o EE-T2(já batizado de Al-Fahd pelos sauditas) desbancou o Abrams e o T-80.

O MBT brasileiro, no entanto, perdeu a concorrência para o lobby americano que atrelou a venda de caças F-15 para os sauditas à aquisição do M1A1A2. A presença e o apoio militar americano na Arábia também eram importantes e, por isso, acabaram desfazendo o negócio com os brasileiros. Sem dinheiro e sem clientes para o carro de combate, o Osório(como foi batizado no Brasil) acabou sendo absorvido pelo EB assim que a Engesa faliu. Ainda hoje se espera que a produção desse veículo seja retomada.

Sobre o kit TR0333

  • Peças para representar as versões EE-T1 ou EE-T2; e
  • Lagartas de borracha.