Mil Mi-24V Hobbyboss 1/72

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Sobre o Mil Mi-24V

Revolucionário, o conceito que a Mil apresentou lá atrás nos anos '60, era o de um veículo de combate para infantaria(IFV) que voasse! Na guerra aeromóvel, porque gastar tempo e dinheiro produzindo dois helicópteros para a a linha de frente(um de transporte e outro de ataque) se um modelo híbrido poderia fazer o serviço? Convencido pela exériência americana no Vietnã com os H-1, H-46 e H-47, o projetista da Mil e diversos estrategistas do RKKA(Exército Vermelho) pediram autorização pra que um modelo de helicóptero de ataque fosse criado.

Voando em 1969, o modelo foi sucessivamente modificado e aperfeiçoado até ser aceito em larga escala no ano de 1972. No mesmo ano a Mil apresentou um projeto de helicóptero de ataque com capacidade de transporte menor, mas mais poder de fogo. O desenvolvimento dessa aeronave foi bem mais lento, só tomano mais corpo no período final da URSS: o Mil Mi-28.

Após ser recebido pelas unidades soviéticas, faltava um batismo de fogo para testar as aeronaves e suas táticas naa prática. Quando houve o Conflito de Ogaden(entre Etiópia e Somália), os Mi-24 foram envolvidos extensamente em transporte de material para os etíopes que tomaram a cidade que dá nome ao conflito em 1978. No sudeste asiático, os Mi-24 norte-vietnamitas foram extensivamente usados contra o Khmer Vermelho(apoiado pela China) a partir de '78. Os helicópteros norte-vietnamitas foram fundamentais para a destruição de inúmeras bases inimigas, efetivamente expulsando os militantes para a fronteira da Tailândia em '86. Entretanto, foi no Afeganistão que esses helicópteros mostraram todo o seu poder, quando o governo pró-soviético foi derrubado pelos rebeldes Mujahedeen apoiados pelos EUA e China. Chamado de "Carruagem de Satã" pelos rebeldes, os Mi-24 se provaram letais com o uso de foguetes não-guiados S-8 e bombas convencionais FAB-100, -500 ou -1000; além do uso de bombas incendiárias. Como desvantagem, as táticas de emprego dos helicópteros como transporte/ataque não estava suficientemente maduras e foi preferido combinar um Mi-8 de transporte com o Mi-24 provendo suporte. Com a chegada dos MANPADs FIM-92 Stingers, os pilotos tiveram de repensar todas as suas táticas e os engenheiros e técnicos trabalharam arduamente para tornar os Hinds menos vulneráveis.

Já no conflito Irã-Iraque, o Mi-25(versão simplificada e menos capaz do -24) foi usado para suporte aos Gazelle(que atuavam em operações antitanque com mísseis franceses HOT) e em dogfights contra os AH-1J, com razoável sucesso.

Além desses conflitos, a família Hind já passou por combates em Serra Leoa, Congo, Zimbábue, Nicarágua, Croácia, Kosovo, Sri Lanka, Macedônia, Iraque, Síria, Chechênia, Somália, Chade, Sudão, Peru, Costa do Marfim, Ossétia do Sul, Ucrânia, Myanmar e Mali.

Seguindo o desenvolvimento das versões Mi-24(inicial), -24B(rotor Fenestron de cauda), -24F(novo sistema SRO-2M IFF), -24A(metralhadora Yak-B deletada), -24U(treinamento, sem o Yak-B), -24BMT(caça-minas), chega-se à versão -24D com inúmeras modificações marcantes: novo cockpit em tandem e novos mísseis antitanque 9M17. Depois, dos Mi-24D, vieram as variantes -24PTRK(plataforma de testes dos novos mísses AT 9K114 Shturm V), -24DU(treino) e, enfim o -24V que trazia a: adoção dos mísseis Shturm(8 deles por aeronave). Foi a versão mais produzida da segunda geração do Mi-24.

Sobre o item HY87220

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